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segunda-feira, 14 de junho de 2010

MONTANHA RUSSA (Banda)


Para aqueles que acreditavam que o rock brasileiro morreu, um recado: a banda Montanha Russa chegou, e está provando  o contrário.

Um ano após o lançamento do disco de estréia “MONTANHA RUSSA”, assinado pelo renomado produtor musical Marcelo Sussekind, a banda tem motivo de sobra para comemorar. Participou de diversos programas de TV como “Bem Amigos”; “Vídeo Show”; “Zona de Impacto”; “Atitude.com”; “Olga Bongiovanni” e “Garagem do Faustao”. Teve dois singles “ME DA UM BEIJO” e “TARDE DE VERAO” emplacados nas principais rádios.

Esta indo para 2010 já com sucesso garantido nos principais canais relacionados a musica. A banda já contabiliza mais de 100 shows, passando pelas principais casas do RJ, SP e por todo o interior do RJ, tendo participado  de grandes Festivais como o Canta Rio Sul que abrange todo Sul Fluminense, e o Festival Super Verão, que conta com o apoio de uma grande radio.

Os clipes da MONTANHA RUSSA tem muitos acessos na internet, tanto no youtube como no myspace que contabiliza  grandes execuções diárias. O Twitter da banda  conta com grande numero de seguidores, o que torna a MONTANHA RUSSA um sucesso na internet.

Os fãs da banda já podem aguardar pelo segundo álbum que devera sair em meados de 2010.

Formada por Largado (voz), Ruivo (guitarra), Thiago (baixo) e André (bateria), jovens cariocas, moradores da zona sul da cidade, traz em sua música muita personalidade, diversão e ironia. Nas musicas, a banda conta tanto com rocks com pegadas precisas de guitarra, baixo e bateria, assim como belas baladas com excelentes arranjos vocais e de violão.

O sucesso da banda cresce e se consolida a cada dia. Sua grande marca são as apresentações ao vivo, destacadas pela forte “presença de palco” frente ao público composto, em geral, por meninas. 

O som da Montanha Russa é alto astral, de muitor bom humor e de bem com a vida. É pura festa! Agora é sua vez de embarcar nesse som, porque o parque de diversões está aberto, e já coleciona fãs.


LINKS:

segunda-feira, 7 de junho de 2010

XLV FESTA DOS DESTAQUES DO ANO (Troféu Carlos Drummond de Andrade) Itabira (MG)



Dia 5 de junho de 2010 foi realizada a XLV FESTA DOS DESTAQUES DO ANO, organizada pelo jornalista e promotor de eventos, Eustáquio Félix.

A cerimônia contou com a presença das autoridades locais e cobertura da imprensa.


Há 45 anos, Eustáquio Félix vem homenageando com TROFÉU CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE, aqueles que se destacaram em diversos setores profissionais e sociais do País, nas Minas Gerais e em Itabira.


Entre os homenageados estavam os machadenses: Carlos Roberto de Souza (poeta e editor do Fanzine Episódio Cultural e do Jornal Ciclone) e José Carlos (promotor cultural e organizador do Concurso Beleza Negra de Machado-MG).

CONTATOS:
eustaquiofelix@gmail.com

OBS:
1° FOTO: Zé Carlos (promotor cultural), ao lado de Eustáquio Felix
2° FOTO: Carlos Roberto de Souza (poeta/editor)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

OS ESPINHOS LEVAM AO PERFUME (Rhosa Maria Ferreira)




      Foi a curiosidade de menina que levou a professora e artista plástica Rhosa Maria Ferreira a experimentar, misturar cores e texturas. Aprendeu a arte de pintar em tecidos com a professora Dulcilene.

Na Casa da Cultura participou do Projeto “Arte para Todos”, ministrado pela artista plástica Regina Salles. Na Biblioteca Municipal, Rhosa dirigiu um curso de “Decupagem” (técnica francesa de colagem). Sempre animada,

Ela aprendeu que na vida o importante é sorrir.

Quando tinha seis anos sentia fortes dores na perna. Aconselhado por um amigo, seu pai a levou para fazer alguns exames em Campinas (SP), onde foi detectado um “deslocamento congênito em seu membro inferior direito”; o que a levou a fazer várias cirurgias.

Aos 17 começou a escrever poesias e confeccionar cartões artesanais com fragmentos poéticos seus e de outros autores.

Em 2000, sua obra “Perdidos”, foi premiada pelo Concurso de Poesias da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras “Prof. José Augusto Vieira”. Seus quadros foram expostos, juntamente com os de outros artistas, na FUMESC e no CESEP.

Em 2007, a Biblioteca Municipal de Machado organizou uma grande exposição com os trabalhos de seus alunos.

Contatos:
Rhosa Maria Ferreira
Machado-MG / Brasil
(35) 3295-6481 / 9922-6481

 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

O ESCORT PRATEADO (Cláudio Roberto Fernandes & Eliana)



...Não pegava nem com reza brava. A chave estava prestes a quebrar, quase dando um giro de 360°, mas o motor não funcionava!

Já estava ficando irritado com o belíssimo Escort Prata 83, quase semi-novo, que pedi emprestado e consegui depois de muita insistência e uma nota de 50 reais, ao meu colega Vigilante. O caso é que como estava aprendendo a dirigir e ainda não possuía nem uma bicicleta velha, queria impressionar minha bela esposa, com os meus talentos automobilísticos.

Bem, mas depois de muitas aulas técnicas do meu amigo vigilante, me ensinado alguns “macetes” do carro, como, desligar o carro e virar a chave para economizar gasolina, consegui fazê-lo andar um quilometro em linha reta. Até que ao chegar numa curva, o danado resolveu não me obedecer, travando a direção e voltando ao mundo dos mortos, empacando bem ali, no meio da curva da estrada.

Virei às chaves, com a técnica ninja que aprendi com meu amigo, liguei o motor e fingi que nada aconteceu. Continuei em linha reta após a curva, mesmo sendo contramão, pois o coitado do Escort Prateado esquecera o que era marcha-a-ré.

Enfim cheguei à cidade feliz da vida, me sentindo o “tal”, naquele Escortão Prateado, afinal aquele carro não estava tão ruim assim: a lataria fora remendada usando-se apenas três carros (poderia ser pior, tipo o Frankstein, um pedacinho diferente em cada parte). O prata tinha cinco tonalidades diferentes (parecia carro estilizado, era muito chique!).

Atrás não tinha banco ( para caber mais bagagens ou lavagens que meu amigo costumava carregar pra alimentar seus porquinhos) e na frente os bancos saltavam as molas (parecia que estávamos andando á cavalo, ou pulando numa cama d’água). E além de tudo isso era um quase autêntico Ford, com a maciez que poucos carros novos têm.

A única coisa chata é que o antigo dono do Escort 83, um playboyzinho, tinha cortado as molas do carro, e ele já estava ficando quase sem assoalho de tanto se esfregar nos quebra molas da cidade.

Apesar de tudo isso, eu ainda tinha um sonho, assim como Martin Luther King tinha um sonho: queria impressionar minha esposa!

Por isso não desisti e segui em frente, cheguei em casa e convidei a minha amada para uma volta de carroça, digo, de carro.

Sendo ela uma verdadeira dama e companheira de aventuras, não me negou essa honra. Apenas manifestou com os olhos esbugalhados, certo temor de “afundar” no chão, quando de dentro do carro viu o asfalto debaixo de seus pés pelos furos do assoalho. Mas tudo bem. E assim fomos pela estrada afora, cantando uma musica do Legião, já que o rádio havia quebrado, o jeito era improvisar no ao vivo mesmo.

Íamos levar o veiculo até a guarita (de onde nunca deveria ter saído) até que no meio do caminho surgiu um quebra-molas, havia um quebra – molas no meio caminho... Tão sinistro quanto o Godzilla, e maior que o King Kong, e causou um ruído arrepiador embora o carro estivesse leve e eu passasse de lado.

Chegando de frente a um boteco, á umas duas esquinas a frente do quebra-molas-assassino, o carro “morreu”. Achei estranho, pois tinha abastecido meio tanque e embora aquele carro fosse gastador, tinha rodado muito pouco para ter acabado o álcool.

Fiquei tentando dar a partida, parado ali, bem no meio da rua, e quanto mais eu insistia, mais ouvia um “... nãnãnãnãnãnãnãnãnãnãooooooo...” do motor, além do cheiro forte de álcool, que pelo visto, não era do boteco, pois estávamos com os vidros fechados.

E de repente, apareceu um anjo da guarda, um pouco mais “alto” que de costume, e perguntou o que havia acontecido. Expliquei que quase havia sido abduzido pelo gigantesco quebra-molas e assim apareceu uma legião de “ anjos- manguaceiros” para ajudar. Foi um tal de: “vai”, “agora”, “põe uma segunda”, “pisa”, “agora solta”...

E o cheiro de álcool ficava mais e mais forte. Mas o carro não reagia aos trancos solidários e não funcionava.

Foi quando um dos meus ajudadores resolveu olhar debaixo do carro, por estar escuro ( na concepção dele, pois ainda estava claro) e acendeu um isqueiro.

Minha esposa levou um susto, pois o cheiro de álcool que vazava era quase insuportável e quis sair do carro, mas não deixei. Arrisquei tê-la “torrada”, mas dentro do carro, que ver os marmanjos olhando para a beleza dela. Vai entender o amor não mesmo?!

E o isqueiro clareou mesmo, o suficiente pelo menos para vermos a mangueirinha que mandava o álcool do tanque ao motor solta. Certamente por causa do Godzila quebra-molas, ou um de seus filhotes, que agarrava o assoalho a cada passada.

E para relaxar a tensão, o carinha do bar, ainda meio são, acendeu um cigarro e enfiou a cabeça debaixo do assoalho, com uma enorme dificuldade. E com o isqueiro aceso segurado por mim – que solução? – ele foi trocando cigarro de mão até conseguir a melhor posição e ligou as pontas da mangueira.

Pronto. Esperei meio segundo e liguei o carro, que dessa vez pegou.

Agradeci aos meus anjos da guarda do boteco, pela sua imensa prontidão em nos ajudar sem pedir nada em troca, e acima de tudo a Deus, pois pude constatar que Ele realmente existe.

* Cláudio Roberto Fernandes e Elaina são casados. São pais da pequena Maria Eduarda, uma talentosa poetisa.

Foto: http://images03.olx.com.br/ui/1/00/90/23370090_1.jpg

domingo, 7 de março de 2010

CURUMIM (Maria Eduarda)

Sou um índio guerreiro

Pequenino mas valente
Uso arco e flecha
E um colar de dente.

Na natureza me distraio
Dentre as árvores eu vivo
Nunca me perco na mata
Me desvio do perigo.

Os animais são os meus amigos
Macaco, papagaio ou leão
Todos vivem em harmonia
Dentro do meu coração.

Você também se quiser
Pode ser um curumim
Basta que respeite as matas
Igualzinho a mim!

*Maria Eduarda é poetisa de Machado-MG

ESTRANHO AMOR (Maria Eduarda)



Este estranho amor
Que vive em meu coração
Quer saber o porquê
De tanta confusão.

Já não presto atenção
No mundo ao redor de mim
Já não faço nada em vão
Já pensei se você gosta de mim.

Tudo que eu mais quero
É ver você aqui
Jogado em meus braços
Dizendo:"Me leva daqui!"

Eu só quero você
Eu só sei te querer
Mil desculpas adiantadas
Nunca quis te ofender.

*Maria Eduarda é poetisa de Machado-MG

terça-feira, 2 de março de 2010

2º AMOSTRA "EXPRESSÃO FEMININA" COM AS ARTISTAS DE PARAGUAÇU-MG

A Prefeitura Municipal de Machado, através da Secret.de educ.Cultura e Lazer e a CASA DA CULTURA, convidam:

2ª Edição da Mostra "Expressão feminina" com as artistas Paraguaçuenses.

Adelaide Pereira Bueno
Angela Silva Santos
Elisabete Gonzaga Rocha
Marilda Rodrigues Paiva Prado
Marlene Auxiliadora Castilho Carneiro
Rita Souza Dias
Sônia Maria de Souza Pedro

Homenagem "Expressão Feminina" pelo "Dia Internacional da Mulher"

"A mulher é uma substância tal, que, por mais que a estudes, sempre encontrarás nela alguma coisa totalmente nova." - (Tolstoi, Léon)

Aberura:08/03/2010 às 19h30min na Casa da Cultura, com apresentação musical das pianistas Maria Teresa Andrade Costa e Maria Thereza Garcia.

Venha nos visitar

No período de 08/03 a 26/03/2010 das 8h às 11h e das 13h às 17h
de 2ª a 6ª feira

Rua João Miguel da Silva, 64 - Centro - Machado/MG
Fone: (35) 3295.6757

Conto com sua divulgação

Agradecida

*Rosa Maria Signoretti Araújo
Gerente da Casa da Cultura de Machado-MG

A EQUIPE QUE PREFERIU MORRER DO QUE PERDER (Prof. Rita Alonso)


A história do futebol mundial inclui milhares de episódios emocionantes e comovedores, mas seguramente nenhum seja tão terrível como o protagonizado pelos jogadores do Dinamo de Kiev nos anos 40. Os jogadores jogaram um partida sabendo que se ganhassem seriam assassinados e, no entanto, decidiram ganhar. Na morte deram uma lição de coragem, de vida e honra, que não encontra, por seu dramatismo, outro caso similar no mundo.

Para compreender sua decisão, é necessário conhecer como chegaram a jogar aquela decisiva partida, e por que um simples encontro de futebol apresentou para eles o momento crucial de suas vidas.

Tudo começou em 19 de setembro de 1941, quando a cidade de Kiev (capital ucraniana) foi ocupada pelo exército nazista, e os homens de Hitler aplicaram um regime de castigo impiedoso e arrasaram com tudo. A cidade converteu-se num inferno controlado pelos nazistas, e durante os meses seguintes chegaram centenas de prisioneiros de guerra, que não tinham permissão para trabalhar nem viver nas casas, assim todos vagavam pelas ruas na mais absoluta indigência. Entre aqueles soldados doentes e desnutridos, estava Nikolai Trusevich, que tinha sido goleiro do Dinamo.

Josef Kordik, um padeiro alemão a quem os nazistas não perseguiam, precisamente por sua origem, era torcedor fanático do Dinamo. Num dia caminhava pela rua quando, surpreso, olhou um mendigo e de imediato se deu conta de que era seu ídolo: o gigante Trusevich.

Ainda que fosse ilegal, mediante artimanhas, o comerciante alemão enganou aos nazistas e contratou o goleiro para que trabalhasse em sua padaria. Sua ânsia por ajudá-lo foi valorizado pelo goleiro, que agradecia a possibilidade de se alimentar e dormir debaixo de um teto. Ao mesmo tempo, Kordik emocionava-se por ter feito amizade com a estrela de sua equipe.

Na convivência, as conversas sempre giravam em torno do futebol e do Dinamo, até que o padeiro teve uma idéia genial: encomendou a Trusevich que em lugar de trabalhar como ele, amassando pães, se dedicasse a buscar o resto de seus colegas. Não só continuaria lhe pagando, senão que juntos podiam salvar os outros jogadores.

O arqueiro percorreu o que restara da cidade devastada dia e noite, e entre feridos e mendigos foi descobrindo, um a um, a seus amigos do Dinamo. Kordik deu trabalho a todos, se esforçando para que ninguém descobrisse a manobra. Trusevich encontrou também alguns rivais do campeonato russo, três jogadores da Lokomotiv, e também os resgatou. Em poucas semanas, a padaria escondia entre seus empregados uma equipe completa.

Reunidos pelo padeiro, os jogadores não demoraram em dar o seguinte passo, e decidiram, alentados por seu protetor, voltar a jogar. Era, além de escapar dos nazistas, a única que bem sabiam fazer. Muitos tinham perdido suas famílias nas mãos do exército de Hitler, e o futebol era a última sombra mantida de suas vidas anteriores.

Como o Dinamo estava enclausurado e proibido, deram um novo nome para aquela equipe. Assim nasceu o FC Start, que através de contatos alemães começou a desafiar a equipes de soldados inimigos e seleções formadas no III Reich.

Em sete de junho de 1942, jogaram sua primeira partida. Apesar de estarem famintos e cansados por terem trabalhado toda a noite, venceram por 7 a 2. Seu seguinte rival foi a equipe de uma guarnição húngara, ganharam de 6 a 2. Depois meteram 11 gols numa equipa romena. A coisa ficou séria quando em 17 de julho enfrentaram uma equipe do exército alemão e golearam por 6 a 2. Muitos nazistas começaram a ficar chateados pela crescente fama do grupo de empregados da padaria e buscaram uma equipe melhor para ganhar deles. Trouxeram da Hungria o MSG com a missão de derrotá-los, mas o FC Start goleou mais uma vez por 5 a 1, e mais tarde, ganhou de 3 a 2 na revanche.

Em seis de agosto, convencidos de sua superioridade, os alemães prepararam uma equipe com membros da Luftwaffe, o Flakelf, que era uma grande time, utilizado como instrumento de propaganda de Hitler. Os nazistas tinham resolvido buscar o melhor rival possível para acabar com o FC Start, que já gozava de enorme popularidade entre o sofrido povo refém dos nazistas. A surpresa foi grande, porque apesar da violência e falta de esportividade dos alemães, o Start venceu por 5 a 1.

Depois dessa escandalosa queda do time de Hitler, os alemães descobriram a manobra do padeiro. Assim, de Berlim chegou uma ordem de acabar com todos eles, inclusive com o padeiro, mas os hierarcas nazistas locais não se contentaram com isso. Não queriam que a última imagem dos russos fosse uma vitória, porque acreditavam que se fossem simplesmente assassinados não fariam nada mais que perpetuar a derrota alemã.

A superioridade da raça ariana, em particular no esporte, era uma obsessão para Hitler e os altos comandos. Por essa razão, antes de fuzilá-los, queriam derrotar o time em um jogo.

Com um clima tremendo de pressão e ameaças por todas as partes, anunciou-se a revanche para 9 de agosto, no repleto estádio Zenit. Antes do jogo, um oficial da SS entrou no vestiário e disse em russo:

- “Vou ser o juiz do jogo, respeitem as regras e saúdem com o braço levantado”, exigindo que eles fizessem a saudação nazista.

Já no campo, os jogadores do Start (camisa vermelha e calção branco) levantaram o braço, mas no momento da saudação, levaram a mão ao peito e no lugar de dizer: - “Heil Hitler!”, gritaram - “Fizculthura!”, uma expressão soviética que proclamava a cultura física.

Os alemães (camisa branca e calção negro) marcaram o primeiro gol, mas o Start chegou ao intervalo do segundo tempo ganhando por 2 a 1.

Receberam novas visitas ao vestiário, desta vez com armas e advertências claras e concretas: “Se vocês ganharem, não sai ninguém vivo”. Ameaçou um outro oficial da SS. Os jogadores ficaram com muito medo e até propuseram-se a não voltar para o segundo tempo. Mas pensaram em suas famílias, nos crimes que foram cometidos, na gente sofrida que nas arquibancadas gritava desesperadamente por eles e decidiram, sim, jogar.

Deram um verdadeiro baile nos nazistas. E no final da partida, quando ganhavam por 5 a 3, o atacante Klimenko ficou cara a cara com o arqueiro alemão. Deu lhe um drible deixando o coitado estatelado no chão e ao ficar em frente a trave, quando todos esperavam o gol, deu meia volta e chutou a bola para o centro do campo. Foi um gesto de desprezo, de deboche, de superioridade total. O estádio veio abaixo.

Como toda Kiev poderia a vir falar da façanha, os nazistas deixaram que saíssem do campo como se nada tivesse ocorrido. Inclusive o Start jogou dias depois e goleou o Rukh por 8 a 0. Mas o final já estava traçado: depois dessa última partida, a Gestapo visitou a padaria.

O primeiro a morrer torturado em frente a todos os outros foi Kordik, o padeiro. Os demais presos foram enviados para os campos de concentração de Siretz. Ali mataram brutalmente a Kuzmenko, Klimenko e o arqueiro Trusevich, que morreu vestido com a camiseta do FC Start. Goncharenko e Sviridovsky, que não estavam na padaria naquele dia, foram os únicos que sobreviveram, escondidos, até a libertação de Kiev em novembro de 1943. O resto da equipe foi torturada até a morte.

Ainda hoje, os possuidores de entradas daquela partida têm direito a um assento gratuito no estádio do Dinamo de Kiev.
Nas escadarias do clube, custodiado em forma permanente, conserva-se atualmente um monumento que saúda e recorda àqueles heróis do FC Start, os indomáveis prisioneiros de guerra do Exército Vermelho aos quais ninguém pôde derrotar durante uma dezena de históricas partidas, entre 1941 e 1942.

* Prof. Rita Alonso é profissional em Recursos Humanos
 
Postado em 23 de novembro de 2009 · por Profª. Rita Alonso Cultura ·

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

CARDÁPIO CULTURAL (preserva a memória do Radio e da Música)

Cardápio Cultural é um podcast (arquivo de áudio), com atualização semanal, que traz para os internautas histórias, músicas, entrevistas e muitas informações sobre os artistas que atuaram no Rádio e nas noites do Brasil, e também, artistas contemporâneos que trabalham pela verdadeira música. Música é cultura.

O principal objetivo do Cardápio Cultural é contribuir com a preservação da memória do Rádio e da música brasileira, sem qualquer interesse financeiro. Basta acessar: http://cardapiocultural.podbean.com/

Em prol da preservação e incentivo da memória da música brasileira. Quem quiser contatar a equipe do programa escreva para bondedasaudade@gmail.com

Já é possível escutar os programas: Ademilde Fonseca, Ataulfo Alves, Aurora Miranda, Ademilde Fonseca, Carminha Mascarenhas, Choro das Três, Denise Duran, Dora Lopes, Especial de Natal, Florência, Isaura Garcia, Maysa, Nabor Pires Camargo, Ná Ozzetti, Rainhas e Princesas do Rádio paulista, Tatiana Belinky, Vassourinha, Zé Fidelis e Zezé Gonzaga.

O trabalho é feito por uma equipe bastante dedicada: pesquisa e edição de Thais Matarazzo, produção e locução de Cláudia Tulimoschi, colaboração das repórteres: Roberta de Donno, Rosana Lameu, Michelle Barros e Fabíola Santana. Edição de áudio de Antônio Marmo e Manoel Carvalho.

Ainda é possível conferir o programa aos sábados, ao meio dia, através da Web Rádio Armazém da Saudade: http://radioarmazemdasaudade.blogspot.com/

Vale a pena conferir!!!“Se alguém deseja saber se um reino é bem ou mal governado, se sua moral é boa ou má, examine a qualidade de sua música, que lhe fornecerá a resposta” - Confúcio.

*Thaís Matarazzo é historiadora da nossa Música Popular Brasileira

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

VIDA DE CACHORRO ( Braz Chediak)




Quando morreu, ao chegar ao céu dos cachorros, o vira-latas Lulu - que todos chamavam de Lu - protestou:

          - Ora, isso não tá certo. Deus puxa a brasa pra sardinha dos homens. A vida deles é muito melhor...

           São Pedro que, como todo bom porteiro, é atencioso, tentou explicar, mas o vira-latas mostrou-se irredutível. O bom velhinho então, consultando seu computador, viu que estava havendo um parto na terra, numa cidadezinha chamada Três Corações, e propôs ao implicante que voltasse para nosso mundo como gente e, assim, quando morresse poderia vir para o céu dos humanos. O vira-latas aceitou.
***
           Lúcio da Silva - que todos chamavam de Lu - nasceu às 4,30 da tarde, no fim da Cotia e, nem bem abriu os olhos, foi dependurado de cabeça pra baixo e levou um tremendo tapa na bunda. Quis latir, protestando, mas o que conseguiu foi soltar um berro esquisito, semelhante a um instrumento desafinado: “Uuaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhh....”

           Em seguida enfiaram-lhe numa bacia e, enquanto ele se esgoelava aflito, a família toda se aproximou falando coisas incompreensíveis: “É a cara do pai..”, “É a cara da mãe...” e uma tal de Tia começou a passar os dedos em seus lábios, dizendo: “Bilú, bilú, bilú, ne-néééémmm...” E, por mais que ele gritasse protestando, não o deixavam em paz.

          “Isso
é só no começo”, ele pensou, “depois melhora”.

          Mas não melhorou. No dia seguinte um homem a quem chamavam Pediatra, acendeu-lhe uma lanterninha na boca, arregalou-lhe os olhos, mexeu em seus ouvidos, enfiou-lhe goela abaixo um líquido horroroso...

         Pouco tempo depois começou a andar como estava acostumado: nas quatro patas. Mas, não sabia por que, chamavam aquilo de engatinhar. Quis protestar, sempre fora inimigo dos gatos, não aceitaria aquela ofensa, mas conseguiu apenas balbuciar um hhhaaaannn!!!!, que fez a tal Tia dar um grito:

     - Ele tá começando a falar. Meu Deus, que gracinha...

          E foi um corre-corre. A desgraçada pegando-o no colo, jogando-o para cima:       “Fala titi...titi... titi-a-a-a-a-a-a!!!

           Mas não era só isso: a mãe o obrigava a comer uma papa horrível enquanto suspendia a colher e dizia: “hhhhoooonnnnnn... olha o aviãozinho, olha o aviãozinho”. E tome comida, tome vacinas, e não pode andar descalço, e sai da chuva, e sai do sol , não sobe na janela, não se esconda embaixo da mesa, e já pra casa, cê ainda é criança pra brincar na rua...
***
               Quando cresceu arrumou emprego num banco. Ficava o dia inteiro contando dinheiro - muito dinheiro - e no fim do mês recebia uma mixaria que não dava nem pra pagar as contas. Sim, pois os humanos viviam cheios de contas para pagar. Era aluguel, prestação, luz, gás, telefone, impostos, padaria, açougue e etc. e etc., etc., etc....... Um ano depois casou-se, alugou casa no Peró e... as contas aumentaram. E a mulher, que antes era tão compreensiva, começou a tratá-lo da mesma maneira que sua mãe o tratava quando criança:

           - Não suja o chão! Vai comprar leite, varre o quintal, vê se o feijão tá queimando...Cê não acha que tá muito marmanjo pra ficar na rua?????
***
           Lu teve filhos, enfrentou desemprego, brigou e desbrigou com a mulher que vivia lhe martelando os ouvidos:

           - Toma conta das crianças. Tem que pagar o açougue, tem que consertar o fogão, a privada tá quebrada, a pia tá pingando....

             E os filhos cresceram, e se casaram, e diziam: “Toma conta dos seus netos, nós vamos sair...” E a mulher: “Sai da rua, cê tá muito velho pra ficar no sereno...” E os netos: “olha o cabelo dele que belezinha, tá branquinho... bilú, bilú, bilú... vovôôôôô......”

         “Meu Deus - ele pensou, vendo um cachorro virando uma lata de lixo na calçada em frente - será que os animais passam por tanta amolação???”

          E, atravessando a rua para espantar o cãozinho, sentiu um pontada, uma dor aguda no peito e... morreu.

          Quando chegou ao céu, foi conduzido ao tal paraíso dos humanos, cheio de anjos, de homens, de mulheres, de adolescentes, de crianças... Mas Lu começou a tremer, sentiu pavor, segurou na barba de São Pedro e protestou gritando:

         - Nada disso. Aí, não, pelo amor de Deus. Nada de gente perto de mim. Quero ir pro céu dos cachorros. Lá pelo menos tem postes, muitos postes, onde vou poder erguer minha perna e mijar. Mijar a vontade. Quero mijar pra essa tal de humanidade!!!!
*Braz Chediak é cineasta e colunista.


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

OLÁ PESSOAL! (Rosa Maria Signoretti)

Olá pessoal,


Segue aí nossas realizações culturais. É a Casa da Cultura abrindo seu espaço à toda comunidade.


A Casa da Cultura de Machado, reiniciou suas atividades nesta sexta-feira dia 29/02/2010, quando a Gerente daCasa da Cultura Sra.Rosa Maria Signoretti Araújo,










Promoveu um bate papo com o público presente, o artista Darcio Santos e as artesãs Altina Marques Mendença, Maria Aparecida de Carvalho e Rosa Maria de Melo, representantes da Associação dos Artesãos de Carmo do Rio Claro.







Abrilhantando o evento, os músicos Marcelo Leite Júnior e Lorran Goveia, marcaram presença ao som de um recital de piano, numa revelação de talentos, que encantou o público presente.





A Exposição fica na Casa da Cultura, até o dia 25/02/2010.









Façam-nos uma visita!
Abraços






*Rosa Maria Signoretti Araújo é Diretora da Casa de Cultura de Machado-MG.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

DÁRCIO SANTOS (artista plástico mineiro)




       
Dárcio Santos é professor da Rede Estadual de Ensino e artista plástico formado pela Escola Guignard de Artes (instituição foi fundada na década de 40 pelo então presidente Juscelino Kubischek) em homenagem ao pintor Alberto da Veiga Guinard.
        

 Natural de Carmo do Rio Claro (MG), Dárcio vem expondo seus quadros (com temas variados como a Ecologia e a Agricultura, além de telas representativas do carnaval carmelitano) em muitas cidades da região sul de Minas, entre elas: Nova Rezende, Machado, Brodowski, Pano e Alvinópolis.




       
O público pode conhecer os famosos “Cavalinhos de Madeira”, do falecido mestre Natanael; a tecelagem feita pelos teares de Carmo do Rio Claro, onde muitos trabalhadores abandonaram a lavoura para se dedicarem ao artesanato, e os tradicionais doces em compotas. 


No final de janeiro de 2010 a exposição será na Casa da Cultura de Machado, apresentando vários trabalhos em colagem de alunos com o tema “Geometria e Arte”. A exposição segue em seguida para a cidade de Poços de Caldas.
       
        “Acredito que a arte, independente do talento e técnica do artista, seja importante para promover a socialização do indivíduo. A Organização Mundial de Saúde considera “pessoa sadia” aquela capaz de conviver em sociedade, e a arte é capaz de promover essa socialização. Não sou psicólogo, mas creio na inter-relação arte e psicologia. Segundo Sigmund Freud a arte é uma sublimação.
         

O indivíduo criativo transfere através para a arte aquilo que às vezes lhe falta. Uma frustração, uma decepção, um bloqueio entre outras questões psicológicas encontra na arte uma forma simbólica de expressão, o que seria muito bom para o indivíduo. Ou seja, a arte faz o caminho de volta da “Psique”, traz o indivíduo para compreender o mundo.
         
Sem a arte, o indivíduo não se expressa, e não se expressando poderá desenvolver muitos problemas psicológicos como depressão, neurose, síndromes e comportamentos doentios e agressivos. A arte deve ser pensada como forma de promover a saúde mental do coletivo”. Concluiu.

Contatos: Dárcio (35) 9992-7185 (Carmo do Rio Claro-MG)
   


          




segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O FIM DO MUNDO (Bruna Longobuco)


MUITO FALA-SE NO FIM DO MUNDO. Primeiro seria na virada do milênio. Agora, de acordo com o calendário Maia, a previsão é dezembro de 2012.

O cataclismo mundial foi e é tema de filmes, discussões, previsões. Está no apocalipse, nos medos que assolam a humanidade de tempos em tempos, nos efeitos do aquecimento global. Mas o que é o fim do mundo senão o descuido do homem com a natureza?


O fim do mundo reflete-se nas estatísticas de violência, na corrupção, na indiferença. É a gentileza que anda sumida. O carinho que está ausente. O descaso, o desrespeito, o desamor. Desamor com os outros ou em relação à pessoa que se é.

Fim de mundo é a falta de cuidado com a terra, a ambição desmedida que condena o planeta.



Estamos destruindo o mundo quando ignoramos nossa mortalidade e tratamos o todo com um simples e significativo “dar de ombros”; quando esquecemos o sentido de gente; quando somos menos fé e mais matéria; quando viramos as costas para aqueles que precisam de nossa ajuda e excluímos a solidariedade do nosso vocabulário.



O que podemos fazer para minimizar o caos em que vivemos?



Acredito que cada um de nós pode contribuir positivamente em relação ao meio que o cerca. Podemos não ter um alcance global, mas há atitudes que se expandem de forma inesperada. Enquanto existe vida, procure algo ou alguém que possa alcançar.


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

"PAUL IS DEAD!" (HISTÓRIAS DO ROCK)


           

 
 Em 1966, logo após sair o álbum Revolver, os Beatles pararam de excursionar por causa da dificuldade em tocar ao vivo o novo material.  Este fato, aliado a um acidente de motocicleta sem maiores conseqüências, deu origem ao surgimento do maior, e mais duradouro, boato da história do Rock and Roll: Paul McCartney havia morrido e sido substituído por um sósia. 


 De fato, Paul sofreu um acidente de moto que lhe valeu um corte no lábio superior e um dente quebrado. Isto pode ser observado nos vídeos de "Paperback Writer" e "Rain". 

Paul parece ter perdido um dente e tem os lábios inchados. Para a escolha do substituto teria sido feito um concurso de sósias e o vencedor, William Campbell (seria o Billy Shears?), teria se submetido a algumas operações plásticas para aumentar sua semelhança com o Beatle morto. 
Os outros beatles e os produtores da banda teriam começado a divulgar várias pistas nas capas dos discos, nas letras das músicas e na memorabília beatle em geral. Aqui segue algumas das (infinitas) “teorias”:

Em “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967): Na capa do disco, há uma sepultura. Esse seria o túmulo de Paul. Na sepultura, há um arranjo de flores que formam um baixo, na posição canhota. A palavra BEATLES, escrita em flores, vem acompanhada de uma letra “O”. As letras ordenadas de forma diferente formam a frase BE AT LESO (fique em Leso). 

Existe uma ilha chamada Leso, e seria onde o corpo de Paul estaria descansando. No canto direito do disco há uma boneca com um vestido onde se lê: "Welcome the Rolling Stones". Isso significaria que os Beatles estavam acabando e os Rolling Stones tomariam o seu lugar. Há uma mão espalmada acima da cabeça do Paul. Isso significaria morte. 

A galeria de pessoas atrás dos Beatles é de pessoas famosas. Uma dessas pessoas é o poeta Edgar Allan Poe, que é considerado o poeta da morte. No encarte do disco (com CD isso não funciona) há uma foto dos Beatles. Nessa foto George Harrison está com o dedo apontado para cima. Se você seguir a direção do dedo dele, lerá "Wednesday Morning at five o'clock"(Cinco da manhã de uma quarta-feira). Seria o dia e hora que Paul morreu. Há, também, uma foto dos Beatles com Paul de costas.
            
 Novamente no encarte, há outra foto em que Paul está usando um escudo no braço onde se lê as iniciais "O.P.D.". Isso é, na verdade, "Officially Pronounced Dead” (Oficialmente pronunciado morto). A letra da música "A Day In The Life" fala sobre um cara que bateu o carro e esmagou o cérebro. 

Foi como Paul teria morrido. Já na música título, Paul chama por Billy Shears, que seria o sósia. Na música “Strawberry Fields Forever” (single lançado na mesma época), John canta no final, em fade, no fundo: "Cranberry sauce" (calda de fruta silvestre). Muitos estudiosos (desocupados) alegam que ao inverter o sentido de rotação do LP o que se ouve é: “I buried Paul" (Eu enterrei Paul).

Em “Abbey Road” (1969): Os 4 Beatles, andando em fila, na famosa zebra-crossing de Abbey Road, simbolizam a procissão de um enterro. John, de branco, seria o padre; Ringo, de preto, o agente funerário; Paul é o morto, e Harrison trajando um surrado jeans, seria o coveiro. Paul é o único beatle de pés descalços. Há um costume de ingleses serem enterrados de pés descalços. 

O carro à direita era um carro policial usado para levar vítimas de acidentes para a funerária. Na placa do fusca, está escrito "28 IF" (SE 28), ou seja, SE Paul estivesse vivo, estaria então com 28 anos. Na contracapa, os furos na parede antes da palavra “Beatles” se forem ligados ajudam a formar a frase “3 Beatles”. 

Na música "Come Together", John diz: "One and one and one is three” (Um mais um mais um é três), mais uma referência ao número de Beatles vivos. Na mesma música John canta: "Got to be good looking 'cause it's so hard to see” (Precisa ser bonito, pois é tão difícil de ver). Isso poderia ser mais uma referência ao estado que Paul ficou depois do acidente... irreconhecível. Na capa do disco, Paul está segurando o cigarro com a mão direita. Ora, mas ele não é canhoto?
             
Só pra tirar onda: Em 1993, Paul McCartney lançou o disco ao vivo “Paul is Live” (Paul está Vivo) cuja capa remonta a capa de Abbey Road (1969). 

 
Só que para desmentir (ou confirmar) os boatos, a placa do fusca diz “51 IS” (é, ou está, 51), como referência a idade que Paul estava em 1993. 
Ele atravessa a mesma zebra-crossing, só que agora de sapatos, segurando uma cadela da raça sheep-dog (como referência à sua cadela Martha, homenageada em “Martha My Dear” do White Álbum de 1968, que Paul, teoricamente, não teria conhecido se tivesse morrido em 1966). E por aí vai...




Tchau e benção!
Alysson de Almeida
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
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