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quinta-feira, 14 de março de 2013

A MÚSICA POPULAR NO RÁDIO PAULISTA (1928-1960)


A MÚSICA POPULAR NO RÁDIO PAULISTA, 1928-1960
Thais Matarazzo Cantero

Livro homenageia “astros” e “estrelas” da MPB que se destacaram no rádio da capital bandeirante

         “A Música Popular no Rádio Paulista, 1928-1960” é o título da obra que resgata a memória da música brasileira e dos artistas da canção nacional que passaram pelos microfones da Rádio Record.
         Trata-se de uma saudosa recordação aos chamados “Anos Dourados”, quando as famílias tinham como principal diversão o Rádio.
         O livro revive a época em que nomes como Vassourinha, Isaura Garcia, Déo, Mário Zan, Elza Laranjeira, Conjunto Regional do Armandinho Neves, Demônios da Garoa, Neyde Fraga, Roberto Amaral, Cascatinha e Inhana, Esterzinha de Souza, Norma Avian, Vagalumes do Luar, Roberto Luna, Leila Silva, Duo Brasil Moreno, dentre tantos outros, eram ouvidos por todo o Brasil e faziam sucesso divulgando o cancioneiro brasileiro.
         A autora ainda reforça sua obra com a seção de anexos, que traz curiosidades sobre o Radioteatro Manuel Durães, Vicente Celestino, os 100 anos do choro em São Paulo entre outros temas.
          Este estudo foi o tema do trabalho de conclusão de curso de Jornalismo - Comunicação Social, em 2011, de Thais Matarazzo. Agora adaptado para livro, chega às mãos dos leitores, estudiosos da área, colecionadores e curiosos.
          Enfim, o livro aborda um tema inédito e tão pouco explorado no mundo da literatura que é a trajetória do rádio paulista, sua música e seus personagens.

Sobre a autora

Thais Matarazzo. Jornalista, pesquisadora musical e escritora. Membro da União  Brasileira de Escritores. E-mail: thmatarazzo@gmail.com ou bondedasaudade@gmail.com.  Autora dos livros: “Irene Coelho, uma brasileira de coração português”, 2011; “Salomé Parísio, o Rouxinol do Norte”, 2012 (parceria); “A Dinastia do Rádio Paulista”, 2013, parceria com Valdir Comegno.

Serviço:

Livro: “A Música Popular no Rádio Paulista, 1928-1960”.
Formato: 15cm x 21 cm. Papel couchê 90 gr/m². Ilustrado P&B.
Editora: ABR / Páginas: 164 páginas / Valor: R$25,00 (+ despesas de postagem).

segunda-feira, 4 de março de 2013

MULHER & POESIA

 
Não há como ser diferente quando se fala de mulher: mulher é sempre igual, é do gênero feminino, é o sexo frágil, é a parte sensível, é o ventre que promove a vida.
Mas falar de mulher sempre igual não há como: a mulher é o arco-íris que circunda o céu depois da tempestade e mostra a todos a beleza furta-cor da vida; mulher é o semblante doce que impulsiona a coragem em todos os corações; mulher é o aspecto comum que saboreia os sonhos, a fantasia, o ideal que absorve os olhos mais incomuns; mulher é o fato sagrado contido na soberania purificadora que elevou a figura de Maria, a mãe de Deus.
Será que exagero quando falo da mulher, assim nesses moldes?
Penso que não. Em primeiro lugar porque, falando do meu próprio gênero eu não iria danificá-lo; em segundo lugar, se formos perguntar aos homens o que eles pensam da mulher, com raras exceções, eles iriam dignificá-las, talvez, até mais do que foi dito. Entendem, então, a redundância?
Dia 8 de Março chegou e, de novo, é o Dia Internacional da Mulher. Tudo se repete, como sempre digo.
O catálogo da Avon (sem intenção propagandística) trouxe mensagens lindas para a mulher (e todos sabemos também de suas intenções) encimando páginas com “ Mulher & Poesia”, incitando a criatividade de quem quer que seja para a idéia de que Mulher é o resultado de um estímulo de todos os sentidos que traz como resultado uma figura concreta capaz de fazer circular todos os favores. Exagero? (com o sinal ^ e sem ele).
Poesia é toda a relação da beleza natural com a naturalidade sensorial do homem: se é isto verdade, mulher é poesia e poesia é mulher. 
No entanto, todos gostam de poesia? Não.
“ Tá provado porque neste mundo tem ´gosto´ pra tudo”.
Há muitas reflexões, que os jornais e revistas fazem sempre sobre o valor da mulher, seus deveres e seus direitos e até mesmo sobre fatos de escravidão.
Se todos já sabemos de tudo isso, o que nos resta é fazer alguma coisa para dirimir o lado negativo, pois, chorar, só traz como resultado as lágrimas.
É preciso, sim, trabalhar incessantemente, para o desenvolvimento do mundo, para o crescimento intelectual do homem e, essencialmente o seu plano emocional. Não se pode, no entanto, pensar que o emocional do homem esteja ligado à idéia de fraqueza, pelo contrário, liga-se a sua força humana que tem como referência seu caráter.
Com a certeza de querer ser lida como poesia, a mulher cumprirá o seu papel.
Neste sentido, talvez esteja o valor da repetição: ajudar a ver, a pensar, a fazer, uma vez que tudo tende a ser melhor com a frequência com que se faz.
Estou, aqui, me referindo ao dia 8 de Março: falando nele e sobre ele ainda que uma vez ao ano, não deixaremos esquecer nossas necessidades; falando nele chamamos a todos para pensar na poesia com causa divina, como causa profícua que vai injetar-nos um novo desejo; falando em poesia estaremos  elevando o nosso espírito e conduzindo-o para o etéreo. E estaremos aptos até mesmo a ouvir estrelas como disse Bilac.
Há quem diga que falar de poesia é para sonhadores: disputa à parte, “ não posso separar o que é real do sonho” e, o melhor mercado que acontece, provém de uma boa idéia, de um “ insigth” que, querendo ou não é sonho, é outro lado. Será que entendi bem o Freud?
Então, Mulher, você é poesia. Eu sou poesia. Somos. Tornamo-nos Mulher(es). A beleza de tudo isso está, não no que vamos provar aos outros, mas no significado que tem para cada uma de nós, interiormente.
Não é uma disputa de força, não é uma digladiação. É uma reparação de idéias que irá despertar em todos o gosto pela poesia e, com grande admiração.
É uma reparação de idéias que fará com que todos aprendamos o que significa o útero, não materno, mas feminino.
Com isso, é possível crer no “mundoviramundo”, é possível ler poesia, com as cores do arco-íris.
Há um tempo atrás escrevi um  poeminha “O Mundo sem a Mulher” e resolvi escrevê-lo ao contrário. Para quem não o leu à época, conhecê-lo-á através de sua inversão.
“O Mundo com a Mulher”
O mundo com a mulher é construção
O mundo com a mulher é grito de alegria
O mundo com a mulher é bons costumes
O mundo com a mulher é tela bem pintada
O mundo com a mulher é pé ligeiro
O mundo com a mulher é onda azul
O mundo com a mulher é voo alto
O mundo com a mulher é só calor
O mundo com a mulher é pleno sopro
O mundo com a mulher é um concerto harmônico
O mundo com a mulher é jardim ao luar
O mundo com a mulher é coração cheio
O mundo com a mulher é fruto doce
O mundo com a mulher é flor aberta
O mundo com a mulher é luz acesa
O mundo com a mulher é questão certa
O mundo com a mulher é campo produtivo
O mundo com a mulher é colheita inteira
Onde todos caminham com força e encontram a sua cama fofa, com açúcar, com afeto e com boa poesia.
A todas as MULHERES o nosso desejo de um grande dia!!! Parabéns!

(Olga Caixeta Vilela é professora de Português e membro da Academia Machadense de Letras de Machado)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

VEJA BEM


VEJA BEM
*Robson Leal Pereira

Enquanto tantos gastam desmedidamente
Comprando coisas sem importância,
Há quem não tenha onde morar
E nem ao menos o que comer.

Pessoas correm para baixo e para cima
Orgulhosas de suas vidas vazias
Querendo mais, sempre mais
Dinheiro, poder, reconhecimento
Vivendo num mundo de aparências.

Tais pessoas vivem angustiadas
E nem sabem o que é ter paz
O que é amor, sentir alegria
Não experimentaram ainda
O doce sabor da felicidade.

Há quem não tenha o que vestir
Há quem não tenha onde morar
E nem ao menos o que comer;
Mas são felizes de alma
Pois têm a maior riqueza que se pode ter:
Jesus Cristo no coração.

* Poeta, ator e dramaturgo machadense

TORTUGA (Hard Rock Band)

TORTUGA é uma banda formada em Machado, sul de Minas, em meados de 2012, por Bruno Reis, Thyerres Aguiar, Dennis Paiva e Luiz Fernando Caixeta, com a ideia de tocar o mais fino do clássico rock'n roll e hard rock, reproduzindo sons de bandas como Bon Jovi, Guns'n Roses, AC/DC, Led Zeppelin, Deep Purple, KISS, Mr. Big, Skid Row, Queen e várias outras, com uma pegada pesada e versátil, característica de seus componentes.

Você pode entrar em contato com a banda pela página no Facebook, https://www.facebook.com/TortugaHardRock, pelo perfil de seus componentes na mesma rede social, ou ainda pelo telefone (35) 9886-2306.

Curta, compartilhe, e ROCK ON!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Janelas Abertas




Todos os nossos sonhos serão verdade e o futuro já começou...
A verdade é esta: passamos o dia 21, o mundo não acabou, sobrevivemos, com a graça de Deus.
O Natal veio, lindo como sempre, o Menino-Deus nasceu de parto normal, a mãe chorou de emoção e agora continuamos sendo protegidos pelas mãos de Maria e pelas mãos de Deus. Estamos salvos.
A promessa divina de uma nova vida começa novamente com expectativas novas e, em poucos dias estaremos cantando “Adeus Ano Velho, Feliz Ano Novo” e que tudo se realize no ano que vai nascer.
E os nossos sonhos serão verdade e o futuro terá um futuro ímpar: 2013.
O novo prefeito toma posse, os vereadores assumem suas cadeiras e nós estaremos caminhando ao lado, com ou sem caminho definido, mas com os olhos fixos no horizonte, já que o velho se foi e temos de recomeçar. E, em todo recomeço, há de haver uma aprendizagem.
Gardner reflete sobre a vida e nos deixa uma mensagem sobre renovação pessoal: “O que se aprende na maturidade não são coisas simples, como adquirir habilidades e informações. Aprende-se a não voltar a ter condutas autodestrutivas, a não desperdiçar energia por conta da ansiedade. Descobre-se como dominar as tensões e que o ressentimento e a autocomiseração são duas das drogas mais tóxicas. Aprende-se que o mundo adora o talento, mas recompensa o caráter. Entende-se que quase todas as pessoas não estão a nosso favor nem contra nós, mas absortas em si mesmas. Aprende-se, finalmente, que, por maior que seja nosso empenho em agradar aos demais, sempre haverá pessoas que não nos amam. Trata-se de uma dura lição no início, mas que no fim se mostra muito tranqüilizadora”.
É uma lição para o dia a dia, um desafio para os nossos desejos e sentimentos, uma recompensa para nossas ações.
A partir do dia 1º de Janeiro de 2013 há uma promessa de vida em cada coração e não é preciso ser ‘adivinha’ para saber o que cada pessoa deseja: paz, saúde, prosperidade, emprego, dinheiro, bom salário, carro novo, etc.
Ouvi uma história que conta ter uma professora pedido aos seus alunos que nomeassem as Sete Maravilhas do mundo atual. Enquanto se apuravam os votos para a conclusão final, a professora percebeu, num canto da sala, uma jovem que não manifestara sua opinião. Ao ser interrogada para dar sua opinião, a jovem, muito tímida, respondeu: _ Acho que as Sete Maravilhas do mundo são: ver, ouvir, tocar, provar, sentir, rir e amar.
Parece estranho, mas a verdade é que nunca pensamos nessas coisas tão simples e corriqueiras como as maravilhas que verdadeiramente são. Vivemos tão ligados ao material que consumimos o próprio tempo sem que o vejamos.
Rodamos pelas nuvens como Ícaro, com asas de cera, sem nos darmos conta de que o sol forte pode derretê-la.
Assombramo-nos tão facilmente com as paixões incertas que não percebemos o calor das mãos que seguram as nossas.
Vamos sempre seguindo o calor de nossas intenções sem acrescentar uma medida tátil que acelere as pulsações menores.
Mesmo assim, os nossos caminhos serão verdade, pois não nos importamos com a demora... vamos levando um certo cansaço em nossos passos, mas querendo chegar a um destino que nos garantirá um sorriso nos lábios e um brilho maior nos corações.
Vamos caminhando e sabemos que nossa vida é uma longa viagem de descobrimentos, durante a qual encontraremos idéias novas se os nossos olhos se vestirem também de desejos novos.
2013 – vinte mais treze somam 33, número significativo para nossas expectativas.
Que a morte necessária para se fazer ressurreição nos possibilite enxergar em cada amanhecer deste novo ano que não é necessário pensar em coisas tristes ou sofrer para se encontrar a paz.
É necessário que acreditemos nas vantagens de ser feliz e na intenção de fazer circular nossas forças das quais depende a nossa continuidade de viver.
Goethe estabeleceu oito requisitos para se ter uma vida plena:

- saúde o bastante para trabalhar com prazer.
- força para lutar contra as dificuldades e superá-las.
- capacidade de admitir os próprios erros e se perdoar.
- paciência para perseverar até atingir o objetivo.
- caridade para ver algo bom no próximo.
- amor para ser útil às pessoas.
- fé para transformar em realidade as coisas divinas.
- esperança para afastar os temores acerca do futuro.
Que nos seja dada a graça, neste ano de 2013, de vermos com olhos puros cada momento divino dentro de nós e possamos, com tal graça, nos tornar mais humanos em nossas relações e crenças.
Que nos seja dada a pureza de coração para avaliarmos os oito requisitos e torná-los parte de nossas vidas.
E que possamos transformar em realidade o futuro que já começou.

Feliz Ano Novo!

                            ( OLGA CAIXETA)
                             ocv@axtelecom.br